Eu nunca te disse isso. Não desta forma. Mas seria a única maneira de dizer, hoje, depois que li o seu pedido. Sei que não era para mim, o pedido, era para o mundo. Ele precisa mais do que você. Mais do que eu. O mundo, coitado, deve ter olhado para o seu pedido e, dolorido, ficou desesperado. Porque em poucos cantos pode-se ouvir um canto novo dizendo isto mesmo a que você se referiu – e pediu. Uma carta de amor. Eu nunca te disse isso. Não desta forma. Mas foi o jeito que encontrei de, diferentemente, dizer o igual, o de sempre. Quando vi o seu pedido, hoje, para que cartas de amor fossem escritas, pensei em pegar o papel e a caneta e deixar umas palavras escaparem. Assim, abertamente, como aquele rio que certa vez a gente viu. Ou não. Palavras que voassem. Para chegarem aÃ, onde você está, e caÃrem lentamente – como flores amarelas de um ipê caem quando o outono chega. Palavras que fossem surpreendentes. Ou corriqueiras. Calmas ou arredias. Arrepios ou colo. Palavras que fossem beijos consentidos, como casar. Que casassem com o seu pedido, apenas. O de escrever uma carta de amor, pelo simples fato de hoje ser uma sexta-feira. Uma carta de amor. Curta e nossa. Como os dias são. Poucos e ligeiros para tanta vida que há para nós. Eis, aqui, a minha.
Oh, Dani…pois então volte sempre, viu? Vai ter sempre muito mais delicadezas e doçura do que moda e estilo!!
bjos e obrigada pelo carinho de todo mundo que vem aqui dar uns suspiros.
Inspiradora a imagem!
Comecei a participar do clube da carta. Uma iniciativa de uma moça linda de Sampa. Você escolhe 3 pessoas e manda cartas, podemos falar do que quisermos. Resgatar esse gesto tão nobre de desprender sentimentos através de : papel, caneta e belas palavras.
adoro teu blog moça!
Que demais essa idéia!! Como faz para participar?? bjos
Eu nunca te disse isso. Não desta forma. Mas seria a única maneira de dizer, hoje, depois que li o seu pedido. Sei que não era para mim, o pedido, era para o mundo. Ele precisa mais do que você. Mais do que eu. O mundo, coitado, deve ter olhado para o seu pedido e, dolorido, ficou desesperado. Porque em poucos cantos pode-se ouvir um canto novo dizendo isto mesmo a que você se referiu – e pediu. Uma carta de amor. Eu nunca te disse isso. Não desta forma. Mas foi o jeito que encontrei de, diferentemente, dizer o igual, o de sempre. Quando vi o seu pedido, hoje, para que cartas de amor fossem escritas, pensei em pegar o papel e a caneta e deixar umas palavras escaparem. Assim, abertamente, como aquele rio que certa vez a gente viu. Ou não. Palavras que voassem. Para chegarem aÃ, onde você está, e caÃrem lentamente – como flores amarelas de um ipê caem quando o outono chega. Palavras que fossem surpreendentes. Ou corriqueiras. Calmas ou arredias. Arrepios ou colo. Palavras que fossem beijos consentidos, como casar. Que casassem com o seu pedido, apenas. O de escrever uma carta de amor, pelo simples fato de hoje ser uma sexta-feira. Uma carta de amor. Curta e nossa. Como os dias são. Poucos e ligeiros para tanta vida que há para nós. Eis, aqui, a minha.
Escrevi, mas o meu jeito de amar anda meio amargo. Ganha até pra saudade.

Beijo em tu.
Adorei o pedido também. Vou fazer isso com saudade hoje.
Eu não consigo responder, apenas suspirar. Obrigada, meu amor. Obrigada por uma vida inteira de cartas de amor.
Luanda! Conheci seu blog lá pelo Apartamento fashion e amei! Uma lindeza só!! Parabéns! Já tá no meu blogroll. Um bj carinhoso
http://www.sou-como-voce.blogspot.com
aqui tem tudo falando. Pode dizer que fui eu que te falei:
http://www.fabilandia.com.br/blog
bjos
Luanda, como eu amo o seu blog! É fofo demais…
Muitas vezes entro aqui e nem é pra ver suas “dicas de moda e estilo”. É pra ler apenas…. tudo com tanta doçura e delicadeza. Gosto muito. Parabéns.
Oh, Dani…pois então volte sempre, viu? Vai ter sempre muito mais delicadezas e doçura do que moda e estilo!!
bjos e obrigada pelo carinho de todo mundo que vem aqui dar uns suspiros.