Menos roupas, mais criatividade
8 de maio de 2012
A máxima “menos é mais” vale para quase tudo na vida. Acho que só não vale mesmo para o dinheiro, quando menos é menos mesmo e não adianta inventar. Mas no tópico roupas essa máxima cabe como uma luva. Claro que a gente não nasce sabendo disso e ninguém está muito interessado em ensinar.
Mas então, porque catucar onça com vara curta? Não está tudo certo com o fato de só comprar e rechear cabides e mais cabides com as melhores tendências da estação? Pode ser que para você, sim, e aÃ, fica à vontade para pular para post de baixo, mas para mim não estava, até ontem.
No trabalho de consultoria a gente fala muito sobre ‘limpar” o guarda-roupa, tirar o que não serve, abrir espaço para novas coisas, mas quanto disso a gente coloca em prática? Pois então. Ontem resolvi que era a minha hora de dar o exemplo (para mim mesma, claro!). Tirei do armário 200 litros de roupas, ou dois sacos de lixo de 100 litros cada. O critério adotado foi simples: o que eu não uso há mais de 1 ano e o motivo. Simples, direto e sem sofrimento.
Não adianta se apegar aquele vestido que não cabe mais, que desbotou, que encolheu, que rasgou. Uma calça que não fecha há 3 anos não pode ser o seu motivador para emagrecer. Quando ela couber novamente, você vai estar tão feliz que vai merecer uma nova!
Tá, mas e onde entra o menos é mais lá de cima?
Um guarda-roupa com menos peça te obriga a pensar looks de maneira mais criativa (alô Um Ano Sem Zara), além de permitir que você perceba o que você de fato não tem e o que poderia comprar para combinar as roupas com mais esperteza. Claro que dá vontade de fazer isso no momento seguinte da lipoaspiração no gurda-roupa, mas aà seria fácil, né? Observar é importante e se entender com a nova realidade também, mesmo que ela dure pouco.
Eu estou me sentindo pobrinha de roupas (ainda mais porque Irene não permite que eu use tudo o que ficou!), mas vai passar, até porque isso não é uma verdade verdadeira e a gente sabe. Vai ser uma delicia preencher o vazio de maneira mais racional e menos emocional. No final, meu bolso vai é agradecer!



