Gastronomia libertária

23 de novembro de 2010

Esqueça as regras de etiqueta e deixe a frescura de lado. Comer na rua ( e com a mão) é o grande barato da feira da Liberdade, em São Paulo. No meio daquele mini carnaval de Olinda, os cheiros, cores e sabores são incríveis e proporcionam uma experiência inesquecível.

Conseguir ser atendida é uma guerra, recompensada por uma dose generosa de qualquer coisa que você escolha comer. É tudo muito e bom. Se você ainda não conhece, esse é um programa “tem que ir”. E se você está precisando de uma boa desculpa, vale dizer que a maior loja de cosmético de São Paulo ( a Ikesaki) fica bem ali ao lado.

Aquela amiga.

21 de setembro de 2010

Sabe aquela amiga meio cafona, meio engraçada, que fala alto e usa roupa justa no trabalho? Aquela que, quando chega, todo mundo nota e você tem um pouco de vergonha – mas no fundo, admira a sua coragem? O nome dela é Augusta. Mas não falo de uma amiga. Falo da rua. Um lugar que tem de tudo e que se permite, sem vergonha. Uma rua absolutamente democrática no meio de tantas meio metidas a besta.

Passear pela Augusta deveria ser programa obrigatório de quem vem a São Paulo. Uma dica: estacione o carro na Oscar Freire e vá subindo, a pé, claro, para não perder nada. Pare para descansar no segundo quarteirão (!) e coma uma empada de colher, na Empada Brasil. É de chorar.

A rua é uma grande mistura de cores e estilos, o que acaba nos presenteando com referências múltiplas. Quem é moderno, ama – e quem não é, ama também. Tem loja de roupa, de casa, de peruca. Tem farmácia, tem bar, tem teatro e tem escola. Tem gente normal, gente maluca e tem, acima de tudo, personalidade. Como poucas.

Acaiaca (o de São Paulo).

13 de setembro de 2010

É só fazer um pouquinho de sol para São Paulo mudar o astral. As pessoas ficam loucas por uma mesa na calçada e uma cerveja gelada. A Vila Madalena lota e se você quiser encontrar todos os pernambucanos residentes na paulicéia, pode se dirigir para a praça Benedito Calixto, em Pinheiros. Os (recifenses) mais íntimos já chamam de Acaiaca paulista, ou seja: o point, quase a praia. Aos sábados, a praça recebe uma feira de antiguidades e se você quiser garimpar coisas diferentes e com história para contar, lá é o lugar.

Os óculos da feira são, sem dúvida, uma das coisas mais legais. Pesquisando entre as barracas, é possível encontrar muita peça bacana e claro, vintage. Talvez seja a sua oportunidade de adquirir um modelo Prada ou Chanel. João estava super num clima anos 70 e escolheu esse modelo redondo e azul. Puro charme.

Falando em Chanel, a moça jurou que esse tailleur era original. A minha falta de conhecimentos técnicos não permitiram uma avaliação precisa da informação, mas que era lindo, isso era.

Além da feira em si, existe a off-feira no espaço ao redor da praça. São lugares que reúnem artesãos/estilistas/designers que têm algum tipo de produção. Aí você encontra de tudo um pouco: acessórios para cabelo, brincos, colares, pulseiras e roupas feitas com todos aqueles tecidos que estão na moda: bonequinhas russas, bolinhas, florais…

Para terminar o passeio, tem que ir na praça de alimentação, que fica bem no centro da Benedito e provar o pastel ou o acarajé (ao som de um chorinho). Sábado feliz em São Paulo pode ser assim.

Lá vamos nós

28 de julho de 2010

Voltando de mala e cuia para São Paulo, com a família toda. Feliz da vida que vou morar numa casa de vila super fofa. Quem me segue no twitter (@LuaBFonseca) já estava sabendo, mas resolvi contar aqui também, já que, eventualmente, posso me atrasar com os posts – até que tudo esteja em seu devido lugar.

Meus Botões (o blog de moda do @ShoppingRecife) continua firme e forte (é meu segundo filho, gente! Vocês acham que eu iria abandonar???). Inclusive com novidades bem boas, muito em breve.

Wish me luck!